sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mistureba


Essa é a Etrela a minha cachorrinha vira lata


Exemplo de cão vira-lata, criado no BrasilVira-lata (português brasileiro) ou rafeiro (português europeu) é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD, como são geralmente referenciados em textos veterinários.

O termo vira-lata deriva do fato de muitos desses animais, quando abandonados, serem comumente vistos andando famintos pelas ruas revirando latas de resíduos em procura de algum alimento.

Geralmente os cães e gatos considerados sem raça definida são mestiços, descendentes de diferentes raças.


Outro cão SRD típicoOs SRD, por outro lado, são todos os cães e gatos que não têm origem definidas em um pedigree que é um certificado emitido por entidades oficiais atestando a ascendência do animal. Para obter um pedigree o animal tem que ter pais com o mesmo certificado. Entidades certificadoras exigem verificação de ninhada e mais recentemente a aplicação de microchips por veterinários. O animal pode ter a aparência de um cão de raça mas só o certificado atesta. Hoje, com o avanço dos exames de DNA, provavelmente há possibilidade de se definir se um cão é de uma determinada raça ou não, mas são exames ainda caros. Se houver qualquer mistura de raça (incluindo a cruza de dois animais de raça ou um de raça e um vira-lata) esse animal já será considerado um SRD.

Um dos aspectos mais interessantes do vira-lata é a sua variedade. Encontram-se SRD's de todas as cores e tipos, de todos os temperamentos. Ainda existem algumas características, como o fato de que costumam ser muito inteligentes e afetuosos, variando de acordo com as características herdadas. Normalmente o SRD resgatado das ruas tem um temperamento mais dócil, companheiro e vigilante que os outros cães.

"Filme do Dia"

"Sempre ao seu lado"...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Um cachorro bonito


Cachoro pit bull com uma criança em 1892
A origem da raça remonta ao século XIX. Em 1835, o parlamento inglês proibiu o esporte chamado bull baiting, um jogo sádico em que Bulldogs eram usados para atacar touros trazidos à arena (com a discutível intenção de amaciar-lhes a carne). O cão atacava o touro, evitando coices e chifradas, agarrava o seu nariz ou orelha, e segurava-se até que o touro caísse. Os súbditos e a realeza da época procuravam diversão, procurando distrairem-se da violência e das doenças de seu tempo comparecendo a esses espetáculos sangrentos. Contudo, a opinião pública forçou o governo a tomar uma medida.

Uma vez que o bull baiting foi banido, os criadores que apreciavam a rudeza, coragem e tenacidade dos buldogues voltaram sua atenção para a criação de cães para a briga (ou rinha). Começaram com o bulldog, misturaram algum sangue de terrier, e produziram os Half and Half, Pit Dogs ou Bull and Terriers, cães de pequeno porte e extrema força e dotados de maior agilidade que os bulldogues de elevada força física, um cão que cumpria todas as suas expectativas. Os Bull and Terriers foram criados para agredir outros cães, matar ratos (pragas comuns na época), mostrando bravura, alta tolerância à dor, vontade de lutar até o fim, e afeição ao seu criador. Com o tempo passaram a se diferenciar em raças, tais como o Staffordishire Bull Terrier, o Bull Terrier, o Irish Staffordishire Bull Terrier e o Pit Bull (que não tinha um padrão para estética, mas sim em termos de temperamento).

Posteriormente, esses cães migraram para os Estados Unidos como cães de quintal, guarda de fazendas, boiadeiros, cães de luta e caça pesada. Os cães do tipo físico "bull and terrier" ou "half and half" foram reconhecidos pelo UKC em 1898

Hoje em dia, o Pit Bull é muito polêmico. É constante o noticiário de ataques de cães desta raça em nível mundial, muitas vezes confundida com o American Staffordshire Terrier, Bull Terrier, Staffordshire Bull Terrier, Dogo Argentino e Dogue Brasileiro. Ainda assim, há os que defendam que sua real face é a de um cão dócil, leal e equilibrado, baseado em suas experiências pessoais e no verdadeiro temperamento da raça, que sofre desvios diariamente, devido a cruzas indiscriminadas, assim como várias outras raças, produzindo assim, mestiços extremamente perigosos, por isso recomenda-se que a aquisição de um cão dessa raça deve ser feita em um canil idôneo e com boas referências.

As características essenciais do American Pit Bull Terrier (APBT), segundo o Padrão Oficial da Raça, são a resistência e auto-confiança. A raça gosta de agradar e é cheia de entusiasmo. O APBT é um excelente cão de companhia e é notável o seu amor por crianças. Pode ter o focinho reto ou curvo, predominando o primeiro.

Pelo fato de a maioria dos APBTs apresentarem certo nível de agressividade contra outros cães, bem como pelo fato de o seu físico ser poderoso, a raça necessita de proprietários que os sociabilizem cuidadosamente e que treinem para obediência os seus cães. São cães com um alto nível de energia, não devendo assim ficarem presos num espaço pequeno, muito menos em correntes.

A agilidade da raça torna-a num dos mais capazes caninos, portanto um muro alto é necessário para a raça. O APBT não é a melhor escolha para os que procuram cães de guarda por ser extremamente amigável mesmo com desconhecidos. Comportamento agressivo para com o ser humano não é característico da raça, portanto isso é extremamente indesejável. A raça sai-se muito bem em eventos e exposições pelo seu alto grau de inteligência e pela sua vontade de trabalhar.

O APBT movimenta-se com uma atitude confiante e vivaz, oferecendo a impressão de que espera a qualquer minuto ver algo novo e excitante. Quando trota, a sua movimentação não demonstra esforço, é suave, poderoso e bem coordenado, mostrando bom alcance dos dianteiros e boa propulsão dos posteriores. Em movimentação, o dorso permanece nivelado, apresentando apenas uma leve flexão que indica elasticidade. Visto de qualquer lado, as pernas não se viram nem para dentro nem para fora e os pés não se cruzam nem interferem entre si. Conforme aumenta a velocidade os pés tendem a convergir em direção ao centro da linha de balanço.

Quanto à trufa (focinho) dos cães, há três colorações: Red Nose (a mais popular), Black Nose (tradicionais), Blue Nose (raro) e os Blue Fawn (raro). Na pelagem todas as cores são aceitas. Nos olhos inclusive a cor verde é aceita, no entanto, verde âmbar e azul vitrificado são completamente abominados. Cães com um olho de cada cor são considerados fora de padrão.

A musculatura do Pit Bull deverá ser trabalhada com exercícios mas nunca com anabolizantes.


Um Pit Bull usando uma focinheira.O American Pit Bull e seus parentes tinham uma reputação de cães leais e confiáveis durante as primeiras décadas do século passado. Nos últimos anos, contudo, essa imagem mudou. Seus membros têm sido considerados como extremamente violentos, e 'merecedores' de banimento em alguns países. A raça é uma das quatro mencionadas especificamente na Lei de Cães Perigosos de 1991, no Reino Unido. As outras três raças mencionadas são o Fila brasileiro, o Tosa japonês e o Dogo argentino.

Assim como há criminosos criando Pit Bulls para brigas e para amedrontar pedestres nas ruas, há também criadores sérios e éticos de APBT. Para piorar as coisas, os maus criadores muitas vezes deixam de treinar seus cães para não agredirem humanos, como os criadores do início do século passado faziam. Pelo contrário, treinam os cães para serem o mais violentos possíveis.

Como resultado, o termo Pit bull é hoje pejorativo e instiga medo em muitas pessoas. O preconceito gera lendas urbanas como a de que suas mandíbulas têm a forma de um alicate, que se trancam sob a carne de suas vítimas, exercendo dez toneladas de pressão, e não poderiam ser abertas a menos que o cão tivesse a cabeça arrancada, que sua caixa craniana é menor que seu cérebro, fazendo com que ele tenha muitas dores de cabeça e ataque até seus donos (mesma lenda que foi usada na época dos Dobermann), ou que é um cão criado em laboratório, com uma substância injetada para ficar louco e agressivo.

O resultado é o preconceito indiscriminado, que faz autoridades banirem Pit Bulls das comunidades, e companhias de seguros cancelarem seguros se a casa tiver um Pit Bull.

Na verdade, o Pit Bull é um cão inteligente, e muitos de seus exemplares são obedientes; são cães saudáveis que reclamam pouco e oferecem muito aos seus donos. Há até mesmo casos de cães que servem de guias para cegos e já são usados como cães de terapia em hospitais e clínicas para ajudarem crianças deficientes.

Assim como outros cães, Pit Bulls podem ser defensivos com relação ao seu território, mas, de modo geral, cães de luta não são territoriais. Como em todas as outras raças, alguns de seus membros mostram uma desconfiança com relação a outros animais, e uma propensão a atacar animais que se aventurem a cruzar seu caminho, no caso do Pit Bull, essa agressividade é tida como normal, visto ser um cão criado para rinhas. Como já dito, devem ser sociabilizados desde filhotes com todos os tipos de pessoas, desde crianças a idosos, pois como todo cão, podem estranhar uma criança se nunca tiverem visto uma.

Pit Bulls são bons animais de estimação, mas devem ser tratados com cuidado e respeito por quem decidir criá-los. Quando em público, sempre devem usar guia curta, focinheira, enforcador ou coleira resistente, sendo conduzidos por pessoas com força física suficiente para conter o animal no caso de euforia. Não são recomendados para quem nunca teve cães.

O principal fator condicionante da transformação do Pit Bull num animal agressivo é o cruzamento indiscriminado da raça sem se avaliar o temperamento dos animais. Animais agressivos com seres humanos não devem ser inclusos em planos de criação, para assim evitar a transmissão hereditária dessa falha.

Um criador de American Pit Bull Terrier demora anos para seleccionar um cão adequado para a sua finalidade, que seja passível de controle, e, ao mesmo tempo, afetuoso. Pit Bulls selecionados não atacam os seus donos ou treinadores, mesmo no calor do combate, por serem facilmente manipuláveis no momento da luta. Segundo criadores, podem ser separados em segundos por qualquer pessoa usando de método simples como o travamento dos quartos entre as pernas e um breakstick (objeto em forma de cunha feito de madeira resistente ou fibra com aproximadamente 25 centímetros que é introduzido na boca pela lateral fazendo movimentos leves para cima e para baixo).

E segundo resultados da American Temperament Test Society (ATTS), instituição que estuda e avalia o temperamento e comportamento de milhares de cães de diversas raças, diante de situações variadas, pessoas diferentes, o seu equilíbrio, capacidade de avaliação e reação, instinto de proteção e agressividade, o American Pit Bull Terrier teve um dos maiores índices de aprovação, estando dentre os mais dóceis e menos propensos a atacarem uma pessoa, ficando inclusive a frente de Collies, Cockers, Pastores Alemães, Golden Retrievers, e Dálmatas.

American Pit Bull Terrier é uma das únicas raças desenvolvidas, se tendo como uma das qualidades necessárias fundamentais, a completa falta de agressividade contra

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

UAAAAAAAAAAAAAAAL


O rottweiler figura entre as raças mais antigas. Sua origem remonta à época dos romanos, onde foi criado como um cão de guarda e boiadeiro.

Esses cães imigraram com as legiões romanas através dos Alpes, guardando homens e tocando o rebanho. Nos arredores de Rottweil, eles se encontraram com os cães da região. Houve, então, uma miscigenação. A tarefa principal do Rottweiler voltava a ser a condução e a guarda de grandes rebanhos, de grandes animais e a defesa do seu dono e seu patrimônio. Ele recebeu esse nome por causa da antiga cidade de Rottweil: Rottweiler Metzgerhund ("Cão de açougueiro de Rottweil").

Os açougueiros criaram esta raça por pura exibição, sem qualquer utilidade para ele. Assim, no decorrer do tempo, este cão de passeio passou a ser mais utilizado como cão de tração. No início do século, quando se pesquisaram diversas raças para a função policial, o Rottweiler também foi avaliado. Em pouco tempo demonstrou ser extraordinariamente adequado às tarefas do serviço policial.

Por esta razão, no ano de 1910, foi oficialmente reconhecido como um cão policial. A criação do Rottweiller pretende um cão forte, preto com marcações em marrom avermelhado, claramente definidas, que, apesar do aspecto geral massudo, não deve prescindir de nobreza, sendo altamente indicado como cão de companhia, proteção e utilidade.

[editar] Aparência geral
É um cão robusto, porte de médio para grande, sem ser leve, grosseiro, pernalta ou esguio. Sua estrutura, em proporções corretas, forma uma figura compacta, forte e bem proporcionada, revelando potência, agilidade e resistência. É um cão de guarda e defende seu território, e de acordo com o livro "The Intelligence of Dogs" de Stanley Coren está em 9º lugar entre os cães mais inteligentes e brilhantes, que aprende comandos em menos de 5 repetições e em 95% das vezes obedece ao primeiro comando que seu dono dá.

[editar] Tamanho / Peso
A altura do macho varia de 61 a 68 centímetros de cernelha e peso entre 45 e 65 quilos. Os cães entre 61 e 62 centímetros são considerados pequenos. Os que possuem altura entre 63 e 66 centímetros têm o tamanho ideal. De 67 até 68 centímetros são muito grandes. Os rottweiler cuja altura estejam acima de 68 e abaixo de 61 centímetros são considerados fora do padrão da raça definido pelo ADRK.

A altura da fêmea varia de 56 a 63 centímetros de cernelha e peso entre 37 e 58 quilos.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Que orelha charmosa



Essa é a minha Cocker a Briza


Seus olhos são redondos e cheios, suas orelhas lobulares, tem inserção baixa, coberta com pêlos longos e sedosos, lisos ou ondulados. A altura do Cocker Spaniel inglês é, em média, de 40 centímetros para os machos, e de 38 para as fêmeas. A pelagem na cabeça é curta e no corpo aderente e levemente ondulado, de textura sedosa e comprimento médio, formando franjas nas orelhas, peito, barriga, pernas posteriores e parte de trás das anteriores.


Cocker tricolor idoso.
Cocker Azul Ruão de pé sobre a grama.A coloração admitida para a raça é extensa, mas os dois principais tipos de cores são: sólida (uma só cor) e malhada (duas ou três cores, também chamada de particolor). Não é recomendado cruzar um Cocker de cor sólida, com um de cor malhada, pois resulta em cores sólidas com "manchas", o que não qualifica o animal em exposições, por exemplo. A única mancha admitida em cores sólidas é uma branca pequena no peito.

As cores sólidas podem ser: dourado (caramelo), preto, fígado (um marrom avermelhado, também chamado de chocolate), e as variações das mesmas com marcação canela (tan), a saber, preto e canela, fígado e canela, além da mais rara "sable", em que as marcações canela abrangem uma área maior da pelagem.

As cores malhadas (particolor) são: branco e preto, branco e dourado, branco e fígado; tricolor (branco, preto e canela; branco, fígado e canela, podendo ser ruão); azul ruão, laranja ruão e fígado ruão.

Os olhos do Cocker são castanhos, quanto mais escuro melhor. O máximo que admite o padrão FCI, nos cães de cor fígado e suas variações, é que sejam cor de avelã, em harmonia com a cor da pelagem.

O focinho pode ser preto ou marrom escuro, dependendo da cor do Cocker. Os Cockers dourados geralmente possuem um focinho marrom escuro, mas também pode variar para preto. Os Cockers de cor preta possuem geralmente um focinho preto.

Temperamento
Animado, extrovertido, ágil, brincalhão e muito atencioso. É um animal dócil e carinhoso, mas ao mesmo tempo carente. Por isso, necessita sempre atenção e dedicação. É muito fiel ao dono e muito inteligente. Desde sua origem, na Inglaterra, era um caçador de aves - o que se explica a especial antipatia do Cocker em relação a esses animais. Os filhotes de Cocker às vezes possuem um temperamento diferente do que o dos adultos, sendo geralmente bem mais brincalhões do que eles.

Algumas pessoas afirmam que é um cão bravo, mas o temperamento desta raça deve ser alegre e gentil. Essa fama foi gerada pelo excesso de acasalamentos indiscriminados, que são comuns nas raças muito populares, que geram problemas de caráter, estrutura e até mesmo de saúde.

Alguns tem mania de morder, mas é só um jeito de brincar com o dono.

Cuidados

Cocker laranja e branco trimado em exposição de beleza.Alguns donos e veterinários afirmam que o Cocker deve comer uma ração especial. Para saber que tipo de ração dar, basta consultar um especialista. É recomendado que não se troque a ração a todo momento, porque além de deixar as fezes mais pastosas e fedidas, não vão garantir um bom desenvolvimento, mesmo sendo boas rações, porque você está sempre trocando as fontes de proteínas contidas em cada ração.

O Cocker tem um pêlo comprido e, por esta mesma razão pode ser cortado, assim que o dono desejar e, achar conveniente. Há várias maneiras do pêlo ser cortado, e variam de acordo com o gosto do dono. O pêlo deve ser escovado diariamente, por questões de higiene, embora isso não seja necessário para que o mesmo mantenha-se belo. A tosa padrão preserva as franjas, deixando curto o pelo da cabeça e dorso. Para cães que participam de exposição de estrutura e beleza não é utilizada a tosa à máquina, sendo feita uma preparação especial do pêlo chamada de trimming, em que o mesmo é tratado de forma que pareça natural, como o cão laranja e branco da foto ao lado.

Outro assunto importante é não deixar que entre água no ouvido do seu cão quando for dar banho. Alguns cães, principalmente desta raça, são propensos à fortes dores de ouvido caso lhes entre água através das orelhas, pois isso pode causar infecções (otite)[1]. Caso isto aconteça, recomenda-se levá-lo ao veterinário para fazer um tratamento, que consiste em limpeza diária das orelhas e aplicação de medicação indicada por ele.
Acessórios especiais

Comedouros adequados
O Cocker tem as orelhas muito compridas e, ao utilizar um comedouro ou bebedouro normal, suja-as e molha-as. Estes recipientes devem ser um pouco mais altos e estreitos do que os normais, visto que o focinho do animal é comprido o suficiente para chegar ao fundo do comedouro. Isso evita que as pontas das orelhas fiquem molhadas, o que pode gerar a proliferação de fungos nas mesmas.
Embora não seja um cão muito grande, o Cocker necessita do seu espaço e de se sentir confortável no seu ninho, caso contrário, o animal deita-se onde se sentir melhor, como nas camas da casa.
História

São usados desde a Idade Média na arte da falcoaria, levantando a caça para que o falcão a abatesse no ar. A caça com falcões deixou de ser praticada há muito tempo, porem o cão não perdeu seu espaço.

O Cocker Spaniel Inglês é um cão pertencente ao grupo dos spaniels. A palavra "cocker" é derivada do nome de uma galinha selvagem (woodcock) muito apreciada no Reino Unido, e que costumava ser o alvo de suas caçadas. O Cocker era ideal para a caça dessas galinhas selvagens: pequeno, entrava em lugares que outros spaniels maiores não conseguiriam, não se enroscava tão facilmente nos arbustos baixos e cheios de espinhos que era a habitação das galinholas, além de muito corajoso e disposto para o trabalho. Da época de caçadas também nasceu o costume de se retirar parte de sua cauda: dizia-se que o Cocker ao caçar, balançava sua cauda de um lado ao outro com tanto entusiasmo que sacudia os arbustos a sua volta e acabava espantando a caça. Hoje, com a proibição da caça e das cirurgias estéticas em animais, esse costume deixa de fazer sentido.

Que fofura...


O buldogue (do inglês Bulldog, onde bull é "touro" e dog é "cão") era originalmente um cão de rinha usado em brigas com touros. É uma raça de cão de fila (molossóide) originário da Grã-Bretanha. Há vários tipos de buldogues: buldogue inglês, o buldogue francês ou bouledogue, espanhol (este o mais robusto de todos, chegando a pesar até 50 kg), o bulldog americano e o bulldog campeiro (estes dois últimos não reconhecidos oficialmente, sendo o último uma raça brasileira).

[editar] Aparência
Corpo musculoso, cabeça grande, arredondada, focinho curto e achatado, pescoço arqueado e com barbela, maxilars proeminentes, boca larga, beiços pendentes, orelhas pequenas e pêlo curto de cor fulva e branca ou branca e mosqueada.

[editar] Potenciais problemas de saúde
Por ser uma raça em que o focinho é achatado, não deve ser forçado a fazer muito exercício nas horas de mais calor, devido a uma forte ocorrência de problemas respiratórios. Também se deve enxugar a umidade acumulada nas pregas e rugas do focinho, porque são zonas que a acumulam bastante, podendo ocasionar dermatites e surgimento de fungos.

Cheio de manchinhas


Dálmata é uma raça de cão muito apreciada por sua típica pelagem manchada. É marca registrada desta raça e faz dos dálmatas cães especiais no gosto dos amantes de cachorros. É considerado nos dias atuais como um cão de companhia, e de caça, que se destaca por sua inteligência, por sua fidelidade ao dono e por sua simpática vivacidade.

O fato de ter maior ou menor número de manchas não tem qualquer relevância, desde que não estejam juntas. As orelhas são predominantemente pretas e o focinho branco. A cauda apresenta com frequência um movimento em arco e, embora mais raramente, algumas manchas pequenas. O seu aspecto nobre e esbelto torna o Dálmata um cão muito elegante.

A pelagem desta espécie é curta, dura, densa, fina, lisa e brilhante, mas os elementos mais importantes são dados pela cor (sempre branca) e pelas manchas (que podem ser de cor castanha ou pretas).

Os Dálmatas são cães bastante inteligentes que nos conseguem transmitir os seus desejos com expressões corporais e latidos. Normalmente dão-se bem com outros animais, havendo sempre algumas excepções.

Por norma é um cão amistoso e calmo mas atenção que por de traz das pintas e de um aspecto amigável por vezes podem ser cães que não dão muita confiança a estranhos sendo por isso também um bom guarda.

[editar] História
A sua origem é bastante remota é uma raça bastante antiga e esse é um dos fatores que a tornam um pouco confundível atribuindo-lhe vários países de origem mas parece ser a Dalmácia (atual Croácia) a sua origem mais certa. O dálmata era e é um cão bastante vistoso atribuindo-lhe um estatuto de cão preferido pela nobreza e era utilizado para acompanhar as carruagens para as proteger de supostos ataques. É um cão que se dá bastante bem com cavalos, já que estes fazem também um pouco parte dos seus primeiros desenvolvimentos como raça.

[editar] Cuidados

Dálmata fêmea com pintas castanhas.É um cão resistente e que se adapta bem a qualquer temperatura mas por vezes são submissos a problemas de pele e pelo, tendo de andar bem vigiados nesse sentido. Uma escovação por semana é o necessária já que o seu pêlo é forte e curto. Outro problema é a surdez, esta raça é bastante afetada por esta característica. É um cão que necessita fazer bastantes exercícios físicos diários para poder gastar toda a sua energia. Uma raça muito propícia também a problemas cardíacos.